2011 Renault Laguna Facelift Launch

2011 Renault Laguna Facelift Official Photos2011 Renault Laguna Facelift Official Photos

2011 Renault Laguna Facelift Interior2011 Renault Laguna Facelift Interior

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2011 Kia Optima Test Drive

If the Optima were a farmer, its standard-equipment crop would be bountiful. A dual exhaust with chrome tips; turn signals integrated into the mirror housings a sound system with Sirius satellite radio and USB, auxiliary, and Bluetooth connectivity; a tilting and telescoping steering wheel; and power locks and windows are all standard on the base LX model. The rear seat splits 60/40 and folds, and all automatic models come with cruise control.2011 Kia Optima Test Drive

Three trim levels are primarily differentiated on the outside by their wheel sizes. LX models wear 16s, EXs get 17s, and the big-dog SX rolls on 18s. To the LX’s gear, the EX adds fog lights, heated outside mirrors, body-color door handles, a little more chrome pizzazz, a rearview camera, push-button ignition, dual-zone climate control, and Kia’s new Uvo vehicle-interface system developed with Microsoft.

Spring for the SX, and you’ll net HID headlights, LED taillights, and an LCD information screen tucked into the instrument panel. The SX also is set apart with a unique appearance, thanks to a separate grille design, exclusive rocker moldings, a lip spoiler, and red brake calipers. Inside is French-stitched black leather, with metal pedals and paddle shifters to make the driver feel faster.

While the look is thoroughly overhauled, don’t expect pricing to change much. When the new Optima goes on sale in early fall of 2010, the sticker should stay close to today’s range of $18,000 to $23,000.

Regardless, in the hyper-competitive mid-size-sedan market, Kia has nothing to lose and everything to gain by turning its milquetoast Optima into something other than what it is today.
2011 Kia Optima Test Drive video test



Right now Kia is busy at this year’s New York auto show, for debut of the redesigned Sportage, the new Forte hatchback, and the all-new Optima sedan detailed here.While preliminary sketches suggested an Optima with a hot-rod chop to the roof, the production version has less-severe proportions and windows out of which people can actually see. Longer (by 1.7 inches), lower (by an inch), and wider (by 0.9 inch) than the outgoing car, the Optima forms a much more dramatic shape than the model it replaces, yet its shape is not as commanding as that of its platform-mate, Hyundai’s suddenly smokin’ Sonata.

Optima design isn’t quite as sultry as the Sonata’s, the powertrains will be precisely as stimulating, because they’ll be shared. A direct-injection, 2.4-liter inline-four is the standard engine, available in the base LX trim with either a six-speed manual or a six-speed automatic. A direct-injection, turbocharged four is the hot mill, with a whopping 274 horses from just 2.0 liters. Sadly, that engine will only be available with the automatic. And like the Sonata, the Optima will yield a hybrid option early in 2011. The suspension, too, is shared with the Sonata, with MacPherson struts, coil springs, and an anti-roll bar up front and a multilink setup with coils in back.
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Dodge Charger saves life of suicide jumper

2008 Dodge Charger

A 2008 Dodge Charger played the role of lifesaver on Tuesday when a man fell 400 feet and amazingly lived to see another day. The New York Post reports that 22-year-old Thomas Magill allegedly tried to commit suicide by jumping out of a 39-story New York high-rise when the aforementioned Charger broke his fall. Witnesses said that Magill flew through the air at "like 100 miles per hour" and landed on the Charger's rear window.

The man's impact sent glass flying everywhere and even knocked his tennis shoes clear off his feet and onto the windshield of another vehicle. After Magill hit the vehicle, witnesses claim the young man screamed that his legs hurt. Understandably.

While Magill lived through the tremendous fall, he's not out of the woods yet. He is reportedly listed in critical condition at a local New York hospital.

[Source: The New York Post]
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Maybach Not Dead Yet

A Maybach Zeppelin

Conventional wisdom would say that 200 to 300 units of worldwide sales is far from sufficient to keep a car marque alive, and rumors of Maybach’s demise have been circulating for months. If Automobile is correct, the brand will not only soldier on, but will see a focus on growth through new models, thanks to Daimler’s Joachim Schmidt. Schmidt sees opportunity for the high end brand in China, North America, Russia, and the Middle East, but only if the product line is revised and updated.

All new Maybachs are expected to be built on the upcoming Mercedes S-Class platform, scheduled for launch in 2012. The Maybach range is expected to add a four door coupe and a long wheelbase convertible, while the 57 and 62 models continue in their present configuration on the new platform. A hybrid Maybach is also said to be in the works, but it’s expected to have a modest battery-only range and will only produce some 20 supplemental horsepower.

Let’s be honest, though: Maybach buyers don’t really care about fuel mileage or gasoline prices, and hybridization is just Daimler’s way of making the Maybach appear more green to EU regulators. With a base motor that cranks out about 545 horsepower and an uprated motor good for 630 horsepower, current Maybachs get a fuel economy rating of just 12 mpg; even a hybrid drivetrain won’t increase that substantially.
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Fielder x 307 SW x Mégane Grand Tour: Primeiro lugar

Renault Mégane Grand Tour

A Mégane venceu dois adversários de peso: Fielder e 307 SW


A Mégane se apresenta com boas credenciais para o segmento das peruas. A primeira delas é a relação custo/benefício. Ela custa 70 460 reais e traz de série - a mais que a Fielder - câmbio seqüencial, computador de bordo, piloto automático e comandos do rádio na coluna de direção. Por isso mesmo, neste comparativo, a briga da Mégane foi com a Peugeot. Com características, equipamentos e desempenho tão próximos, a Grand Tour venceu por ser mais barata, uma diferença de 9 400 reais em relação à 307. Dos números para os ângulos. De um lado, a Mégane traz linhas renovadas e tão acertadas quanto as do sedã - ela foi concebida no início do projeto, junto com toda a família. De outro, a 307 SW chega com um estilo mais ousado, recém-adotado na linha. No interior, as tonalidades mais escuras, o teto de vidro com cortina removível e os detalhes cromados colocam a 307 acima da rival. Ainda assim, não custa lembrar que as duas peruas oferecem bom espaço tanto internamente quanto no porta-malas, que supera os 500 litros.
A Renault conseguiu melhorar o acerto de suspensão da perua em relação ao modelo turco, avaliado por nós em primeira mão na edição de julho passado. Na época, a carroceria se inclinava demais nas curvas. Hoje o conjunto está mais firme, mas sem ter perdido a eficiência na absorção de impactos, característica que já se evidenciava na versão importada - uma receita que deixou a Grand Tour na frente da 307 SW no quesito suspensão.
Sabemos que não são maioria os que compram uma perua tendo o desempenho como fator decisivo. E nesse quesito a Mégane ficou um pouco atrás das rivais. Precisou de 12,4 segundos para chegar aos 100 km/h - 0,4 segundo mais lenta. Em compensação, parou na frente: foi ela quem obteve as melhores médias de frenagem.


MÉGANE GRAND TOUR - R$ 70 460

SUSPENSÃOA engenharia conseguiu melhorar as respostas da suspensão - em relação ao modelo turco testado por nós - no quesito estabilidade. Ficou bom.
Avaliação: XXXX

AO VOLANTE
Na direção, ao alcance dos dedos estão os comandos do rádio e do piloto automático.
Avaliação: XXXX

CARROCERIA
Visual acertado, bom espaço interno e portamalas generoso são as armas da Grand Tour para a briga no segmento.
Avaliação: XXXX
 
MOTOR E CÂMBIO
Foi ligeiramente inferior às rivais na pista. Mas o câmbio seqüencial traz agilidade à perua no dia-a-dia.
Avaliação: XXXXX

MERCADO
É novidade. Chega com garantia de dois anos (o terceiro é opcional, por mais 990 reais) e boa lista de itens de série.
Avaliação: XXXXX

Total: 22 pontos
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Fielder x 307 SW x Mégane Grand Tour: Segundo lugar

Toyota Corolla Fielder

A atual líder do segmento tem o melhor conjunto mecânico, mas enfrenta rivais mais modernas.


Ela é a atual líder do mercado. Vende uma média de 800 unidades mensais - quatro vezes mais que a 307 SW. E você deve estar se perguntando: o que ela faz aqui, em segundo lugar? O comprador da Fielder vai levar - se desembolsar 70 604 reais - um carro bem acertado em termos de chassi. Melhor que a Mégane nesse aspecto, a Fielder é uma caminhoneta na mão, complacente com os buracos.
Ainda que não falte espaço no interior, a Fielder tem o menor entre-eixos entre as rivais e seu porta-malas é mais modesto, com apenas 411 litros. Ao pagar o mesmo preço de uma Mégane Grand Tour, se fizer a comparação com as competidoras o motorista vai sentir na Toyota a com estes equipamentos como: Computador de bordo, câmbio automático sequencial e comandos do rádio na coluna de direção (opcional nas rivais) e dos bancos traseiros removíveis e do ar-condicionado digital (opcional na Peugeot).
Embora pareça mais jovial que o irmão Corolla, o visual da Fielder já apresenta alguma defasagem em termos de estilo. Nesse aspecto, a Peugeot confirma sua inferioridade após receber os mesmos elementos visuais da família 407, como a grande entrada de ar na dianteira e os faróis afilados. A Toyota limitou-se a modificar a grade frontal da perua e a padronagem de bancos, nestes seis anos de mercado.
Na pista, a Fielder andou junto com a 307 SW nos testes de aceleração e retomada (foi até melhor no de 40 a 80 km/h, fazendo o percurso em 5,5 segundos). No entanto, quando o assunto é consumo de combustível, ela dá um banho nas rivais. Na cidade faz 11,4 km/l e na estrada 14,1 km/l. Credite os bons números ao motor 1.8 VVT-i, que tem comando variável de válvulas. E pode anotar: a economia não acaba na hora de reabastecer. O comprador da Toyota leva a garantia de três anos de fábrica e a fama de carro inquebrável. Seu segundo lugar neste comparativo está longe de configurar um mau negócio.

COROLLA FIELDER - R$ 70 604

SUSPENSÃO
A Fielder anda bem em qualquer piso e ainda tem um tempero esportivo, ideal para pais mais "apressados".
Avaliação: XXXX

AO VOLANTE
Os comandos estão bem posicionados. Mas o interior é minimalista, nada além do necessário.
Avaliação: XXX

CARROCERIA
As linhas ainda agradam, mas falta porta-malas e os passageiros que vão atrás têm menos espaço do que nas rivais.
Avaliação: XXXX

MOTOR E CÂMBIO
Competente no andar e comedida no apetite, só faltou o câmbio seqüencial à Fielder.
Avaliação: XXXX

MERCADO
É a líder em vendas, tem fama de ser inquebrável e três anos de garantia. Uma nova versão já está nos planos da Toyota, para 2008.
Avaliação: XXXXX 

Total:
20 pontos
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Fielder x 307 SW x Mégane Grand Tour: Terceiro lugar

Peugeot 307 SW

A 307 perdeu para o Grand Tour e para a Toyota.

Hoje ainda é mais cara, apesar de a Peugeot ter feito uma redução em seu preço: são 79 850 reais pela perua, cerca de 9 000 reais a mais que as rivais. É uma quantia razoável, mas vale lembrar que o público desses carros pode se permitir alguns luxos. De fábrica, a 307 é a mais equipada. Se o teto de vidro é mais estético que funcional, os airbags laterais e de cabeça e o ar-condicionado digital, com regulagem independente para motorista e passageiro, são argumentos práticos. Some-se a isso a fileira de bancos traseiros, que são individuais e removíveis - Mégane e Fielder têm o banco traseiro bipartido.
Seu seguro, que está na casa dos 4 000 reais, fica no mesmo patamar do da Fielder, assim como as peças de reparação (o carro é importado, mas divide diversos componentes com o 307 argentino).
Como em qualquer carro de família, porta-malas e conforto contam ponto. A 307 SW leva 562 litros, contra 520 da Mégane e apenas 411 da Toyota. Em relação à Renault, a diferença é inexpressiva. Comparada à Fielder, entretanto, isso significa uma mala de más proporções. Os passageiros da 307 usufruem do melhor espaço interno. O entreeixos de 2,7 metros é o campeão do comparativo: são 10 centímetros a mais que a Fielder e 1 a mais que a Mégane. O acabamento também agrada - nesse aspecto, as três se equivalem. Mas a sensação no interior de uma 307 é de um carro mais refinado, resultado de detalhes cromados nos aros dos mostradores, nas maçanetas internas e na base da alavanca de câmbio. Mas ela não é perfeita. Das três, tem acerto de suspensão um pouco mais duro, dando mais firmeza ao conjunto, mas trazendo batidas secas quando o motorista desavisado pega um buraco.

307 SW - R$ 79 850

SUSPENSÃO
O acerto mais firme de molas e amortecedores agrada em asfalto liso. Mas batidas secas em piso irregular doem no coração.
Avaliação: XXX

AO VOLANTE
Direção direta, câmbio seqüencial e comandos bem posicionados. O interior agrada pelos apliques cromados.
Avaliação: XXXX

CARROCERIA A 307 tem linhas cativantes. O teto de vidro traz luz natural ao interior e não afeta a rigidez torcional da carroceria.
Avaliação: XXXX

MOTOR E CÂMBIO
O conjunto se comportou bem na pista de testes e no trânsito. O câmbio seqüencial ganhou atualização no software.
Avaliação: XXXX

MERCADO
É importada e mais cara. Mas o preço das peças de reposição (que são as mesmas do 307 argentino) está na média do das rivais, assim como o seguro.
Avaliação: XXX

Total: 18 pontos

Notas:
X = Péssimo
XX = Ruim
XXX = Bom
XXXX = Muito Bom
XXXXX = Excelente
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